Nunca fui uma pessoa em que todos me queriam apor perto, isso talvez seja por eu ser considerada uma estranha, mas para mim isso é bom pois eu acho que ser estranho é ser diferente.
 Girassóis sempre foi minha
paixão e os únicos que realmente me queriam por perto, não sei explicar mas eles me encantam e por isso adoro ter vários comigo... Eles me fazem bem e uso os que já secaram  { já cumpriram seu papel} como marcador de livro { sabe já escrevi vários e todos bem clichê}. Alguns desse mercadores secou junto com o brilho que havia dentro de mim, estava fraca e já não era forte o suficiente para mante -los vivos... Amélia... Sinto sua falta, um dia ouvi isso e jurei ter ouvido de um girassol... aquele que fica na minha cabeceira que por incrível que pareça não havia ficado seco, era o único que ainda estava e era o mais velho, quando ouvi aquilo corri para a janela {O único lugar que poso chorar ou simplesmente ser quem eu era} fechei os olhos e abri minha imaginação, e derrepente me lembrei dos versos que havia escrito quando eu tinha uns 10 anos... Amélia Ame e Leia- se, eu era tão jovem e tão poética, mas aquilo não estava mais em mim eu havia mudado e os girassóis era a única coisa que ainda fazia parte de mim e eles eram os únicos capazes de me fazerem voltar a mim... Voltar ao meu eu... Abri os olhos e olhei o girassol, ele parecia entender... parecia feliz por finalmente eu ter lhe dado atenção, e por finalmente ter consigo me fazer ver que eu era a menina que colecionava Girassóis... A menina do meus sonhos que eu tanto que queria ser.



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